Cor não se discute

Bandeiras do mundo e seus significados. Veio pela Fernanda Gasmenga, guardiã do Bosque dos Jequitibás. São Paulo, Campinas e Corinthians, por minha conta.

Somália — Fundo azul e uma estrela branca, pequena, no centro. Azul: mulheres que sofrem mutilação genital; branco: mulheres que não sofrem.

Burkina Faso — Verde embaixo, vermelho em cima estrela amarela no meio. Vermelho: crianças que morrem antes de completar um ano; verde: crianças que morrem antes de completar três anos; amarelo: População que consegue chegar à idade adulta

China Comunista — Fundo vermelho enorrrrme salpicado por quatro estrelas pequenas e uma maiorzinha. Vermelho: menores de 14 anos que trabalham; amarelo: menores de 14 anos que estudam.

Colômbia — Listas amarela em cima; azul, menor, ao centro e vermelha, maior, embaixo. Vermelha: exportação de banana; azul: exportação de café; amarela: exportação de coca-cola com tubaína…

Angola — Vermelho em cima; preto embaixo e no meio, amarelo, meia roda dentada, um podão e uma estrela amarela no campo vermelho. Vermelho: pessoas infectadas com HIV; preto: gente com malária; amarelo: pessoas com acesso a cuidados médicos.

União Européia — Fundo azul imenso com 12 estrelas amarelas em círculo; azul: consumo de petróleo; amarelo: produção de petróleo.

Estados Unidos — Listras vermelhas: pessoas a favor da guerra ao Iraque; listras brancas: contra; azul: não sabem o que é Iraque; cinqüenta estrelas brancas: não sabem o que é mundo.

Brasil — Verde: pessoas que vivem com menos de dez dólares por mês; amarelo: os que vivem com menos de cem dólares por mês; azul: vivem com menos de mil dólares por mês; branco: vivem com mais de cem mil dólares por mês.

Campinas — Branca. No centro, ‘Município de Campinas’, em cima; ‘São Paulo’, embaixo, e, no meio, o escudo do brasão estilizado. A fênix dourada no campo azul do escudo. Branco: mais nada; azul: o que ainda resta de esperança; dourado: o vôo em fuga da última andorinha.

São Paulo — Listras horizontais pretas e brancas. No alto à esquerda, o retângulo vermelho, a esfera branca; o mapa do Brasil em azul e fora da esfera, quatro estrelas douradas em cada ângulo. Branco e preto: grade que protege o povo da sanha estatizante; vermelho: sangue derramado pela liberdade e constitucionalidade; azul: o país sustentado pelo trabalho; dourado: a riqueza gerada pelo trabalho, mas sugada por estrelas sem brilho.

Pregado no poste: “Corinthians – Branca, com um despertador no meio para acordar o mundo”

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