As feministas?

Cientificamente provado: as feministas nunca tiveram nada a ver com a liberação da mulher, que se livrou da escravização das “tarefas do lar” e ganhou as ruas, disputando com os homens a condução da sociedade e o mercado de trabalho. Economistas das universidades de Chicago, Rochester e Winsconsin concluem que a mulher deve sua liberdade à tecnologia. Portanto, nem os homens têm a ver com a libertação feminina.

Tudo começou com a água encanada levada para dentro de casa e a eletricidade, que chegou há 100 anos, pouco mais. Em 1900, as 95% de americanas que viviam concentradas nas tarefas domésticas, passavam 58 horas por semana cozinhando, lavando, passando, esfregando… E você?

Sua esforçada antepassada ia pro mato, cortava lenha, enfiava no forno, carregava um balde com 20 litros de água do poço e punha no fogo. (Alguns lares mais modernos já usavam carvão.). Enquanto a água esquentava, ela preparava 15 quilos de roupa que ia ferver e, depois, lavar na mão, torcer e estender no varal. Quando a roupa secava, passava tudo a ferro movido a carvão em brasa –– o ferro pesava uns três quilos. Eram quatro horas para lavar e quatro e meia para passar, caminhando 1.800 metros nessa atividade.

No fim de um ano, quando ainda não existia água encanada nem aquecimento central, só para manter a casa limpa e lavar roupa, aquela coitada tinha carregado sete toneladas de lenha e usado 36 mil litros de água. Hoje, com máquina de lavar, secadora e ferro elétrico, se faz tudo isso em 2 horas e 26 minutos, caminhando só 200 metros.

Depois, vieram geladeira, batedeira, liqüidificador, centrífuga, aspirador de pó, fogão a gás, microondas, alimentos congelados, ferro elétrico, freezer, máquinas de lavar louças (Falar nisso, a minha quebrou e aquela santa que mora aqui em casa não quer saber de comprar outra…), enceradeira, chuveiro elétrico, ducha, telefone (apesar da Telefonica), depilador, secador de cabelo, esteira… Tudo.

E agora, com licença, que eu tenho a cozinha da janta de ontem para arrumar.

Pregado no poste: A feminista acaba diante do primeiro pneu furado e o machista, diante da primeira barata.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *