Pelas Campinas gentis-1

A repórter Kátia Nunes fez uma bela reportagem sobre o roteiro turístico de Campinas na revista “Metrópole” e, agora, tem novidades. Muitas atrações estão de fora, mas ela conta: a simpática Viação Capriolli estuda lançar rotas alternativas, maiores do que as da Secretaria da Cultura. Nesse novo passeio, alguns pontos (e fatos) não podem faltar. Vamos ajudar a turma competente da Capriolli? Nosso roteiro de sugestões começa hoje e termina amanhã. Combinado?

O prédio central da Pucc-Campinas, com os turistas recebidos pela banda do professor José Alexandre do Santos Ribeiro. Um dedo de prosa com ele é fundamental, conversa agradável com uma das inteligências  da cidade. A banda pode executar o Hino de Campinas, obra da nossa Teresinha Ferrão.

O Castelo, com seu Museu da Água (funciona?), e uma explicação: onde estão as árvores daquele largo? Dizer que ali era o ponto final do Bonde 10, para contar aonde foram parar os trilhos dos nossos bondes.

Campus da Unicamp. Carinhosamente conhecido no campus da Puccamp como “Sítio do Zefa”, em homenagem ao fundador, Zeferino Vaz, semeador de universidades. É só procurar pelo Estáquio Gomes, que sabe tudo sobre essa universidade.

Campus da Puccamp, carinhosamente conhecido no campus da Unicamp como “escolinha da igreja”, por motivos óbvios. A essa pioneira do ensino superior em Campinas, devemos a formação de grandes profissionais liberais. Seus diplomas estão na maioria das paredes de escritórios e consultórios da cidade.

Estádio Brinco de Ouro. Muito bonito. Verifique se na entrada (ainda) está escrito “Campeão Brasileiro de 1978”. Mas não pergunte se é “1978 antes de Cristo”. Também não fale no campeonato paulista de 2001. Não gostamos de brincadeiras.

Estádio Moysés Lucarelli. Majestoso. Pergunte o que quiser, mas não toque no assunto da procedência dos tijolos que ergueram esse monumento à garra da torcida nem há quanto tempo o time que joga ali não ganha do time que joga lá embaixo…

Não se esqueça do Instituto Agronômico “Alcides Carvalho” – ali, cientistas dos mais nobres sentimentos combatem o bom combate contra a fome e a pobreza, com as armas da natureza. É um lugar sagrado, nem parece que fica no Brasil. De fato — fica em Campinas…

Mais dois lugares com a mesma aura: os centros Corsini e Boldrini. Um, contra a Aids e outro, contra o câncer infantil. Sua benção senhoras Bellucci e Brandalise. Vocês estão na biografia de Deus.

Pregado no poste: “A Rádio Morena virou loura burra?”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *