Onze de mau gosto

Muito feio: um grupo de elementos que dizem torcer para a Ponte Preta usam a Internet e o site intitulado “www.pontepreta.net” para mudar a história, mentir para uma torcida digna, enganar os leitores e, como ‘nazicomunsitas’, tentar a prática ridícula e desonesta de apagar os fatos. Atitude típica de pusilânimes manjados como Stalin e Fidel Castro, que fazem sumir das fotos dos massacres cometidos contra o povo ex-cumpanhêros que se voltaram contra as atrocidades perpetradas em nome da “revolución”.

Procure nos sites esportivos daquela ilha martirizada o nome da jogadora de basquete Lisdeive. Sumiu. Aproveitou que sua equipe, o Havana Clube, veio jogar no Brasil e fugiu do inferno. Disputou dois Pan-Americanos e duas Olimpíadas, mas deixou de existir – obra da atitude desonesta de quem se envergonha de seu passado. Como ela, há centenas de atletas que fogem daquele presídio e desaparecem de sua história.

A própria Ponte Preta teve fatos relacionados à sua grande atleta Magic Paula apagados da mídia, como agora fazem falsos ponte-pretanos. Dá nojo. Durante boa parte do tempo em que ela honrou esta cidade, morando e jogando basquete aqui, foi cronista deste nosso “Correio Popular”. Escrevia na página dois, ao meu lado, se não me engano. O saudoso jornalista Armando Nogueira deve ter sido seu maior fã: pelo menos, escrevia com muita emoção sobre ela.

Armando tinha uma coluna semanal publicada em vários jornais brasileiros. Tive a gentileza de alegrá-lo, informando que ele acabara de ganhar uma ‘colega’, que também escrevia semanalmente, a sua ídola Magic Paula. Ele se entusiasmou e escreveu uma bela saudação à sua “companheirinha da crônica”. Mas não é que um pseudo jornal, que veiculava a coluna do Armando, cortou, censurou e mutilou a nota do legendário jornalista? É possível chamar de jornal aquilo que censura a imprensa, engana os próprios leitores, mente e fala em liberdade, ética, moral, honestidade?

Pois bem: basta ler nossa conversa de terça-feira passada e compará-la com sua falsa reprodução no site www.pontepreta.net. Tenho certeza de que os verdadeiros ponte-pretanos, esportistas de fé, se envergonham dessa atitude. Fossem assim, falsos, mentirosos e enganadores, a Ponte Preta não teria feito 110 anos e muito menos mereceria 110 anos de perdão… Será que para os ponte-pretanos 11 de agosto virou o Dia da Mentira? Duvido. E não adianta “consertar”, porque a página suja está arquivada.

Pregado no poste: “Este ano faz meio século que a Ponte Preta caiu para a segunda divisão do Campeonato Paulista”

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