No meio do caminho…

Besteira reagir a uma agressão na democracia. Há o voto, para extirpar o agressor, a imprensa, para denunciá-lo. E a metástase regride. Besteira
pedir a troca do agressor. O estrago é tanto que quem o substituir não
conseguirá restaurar o mal feito nem punir o malfeitor. Deixemos que a obra do agressor se escoe pelo esgoto do tempo, para que nunca mais dele nos esqueçamos e sua memória tenha o mesmo destino.

Os frutos podres caem e a árvore da cidade se vai revigorando, para a bonança inevitável.

Ignorar esses agressores de Campinas, os forasteiros ora inúteis ora nocivos, que usam a força para destruir, é o melhor caminho. Façamos como qualquer pessoa que, naturalmente, ao se deparar com uma lata de lixo no caminho, ignora, desvia e segue em frente. É certo que um dia aquela lata desaparecerá dali. Como de resto os dejetos deixados por cães — e cadelas. Não é a primeira vez que fazem isso com nossa Campinas. Eles querem nos destruir porque invejam nossa terra, o patrimônio cultural que construímos e representamos para o mundo.

São radicais, revoltados porque querem distribuir riquezas, mas não sabem criá-las, posto que vagabundos. Adoram viver do dinheiro arrancado do povo, pobre povo, massa de manobra favorita dessa casta encastelada. Fora daqui, em toda parte, sempre ouviram falar com reverências mil sobre nossa terra. Como não têm inteligência, competência, alma nem amor no coração, impõem seu ódio e espírito destrutivo contra tudo o que tem a marca de Campinas, reconhecida, invejada e respeitada mundialmente – hoje, não mais. E isso os alegra, como às hienas, que adoram carniça, já que a prosperidade, a beleza e a higiene as repugnam.

Os jagunços da canalha getulista também nos agrediram e destruíram o que era nosso, quando nos invadiram em 32. Maravilhados com o que viam,
invejosos por não poderem fazer melhor, destruíam. É a manifestação do ódio,

da inveja e do rancor da horda. Eles também foram piores do que a febre
amarela. Mas a fênix que nos simboliza — e nos livrou daquela doença — já
se mexe em nosso brasão, para debelar este mal que se abateu sobre nós.

Pregado no poste: “Toda árvore é mais importante do que os homens que a derrubam”

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