Marcas que se foram

Você preencheu esse cupom publicado em jornais e revistas sobre marcas que ficaram na memória? “Escolha a marca do seu coração” diz o pedido. Escolhi. Não mandei, porque várias que me marcaram saíram da praça. Mas me lembro bem delas e de onde se compravam os produtos. Eis o desafio:

Automóvel: De Soto, na Vescam, perto do Mercadão. Lembra? Depois, virou revendedora de lambreta.

Refrigerante: Guaraná Colúmbia, da mesma Cervejaria Colúmbia, perto da estação da Paulista. Ou Vanete, da Vanucci, na Rua Pedro Anderson, bairro do Guanabara.

Celular: Não havia, a gente usava latas de extrato de tomate Elefante, separadas por um barbante amarrado no fundo. E falava, viu? Diferente dos celulares de hoje…

Serviço de telefonia: Companhia Telefônica Brasileira. Era ruim; mas e os de hoje?

Supermercado: O da Santa Casa, na Barão de Jaguara, ao lado da Galeria Trabulsi.

Computador: Também não tinha. Se existisse, se chamaria “(w)indolor”, à venda na Casa Otranto.

Televisor: Admiral ou Invictus, na Loja Assumpção. Barão, perto da estátua do maestro.

Refrigerador: Frigidaire, na Casa Bufarah.

Aparelho de som: A vitrolinha Sonata, a nata do som, na Eletrorádio, também na Barão.

Posto de gasolina: Gulf, na Avenida Anchieta.

Tênis: Basquete Bamba ou “paragata” Roda, no Mercado do Sapato.

Sabonete: Lifebuoy, na Farmácia São Luís, da Conceição.

Xampu: Aristolino. Lá, também.

Creme dental: Ipana, na Farmácia do Carmo, Rua do Sacramento, fone 9.16.13. Acertei?

Desodorante: Barachini, na Farmácia Popular, Treze de Maio.

Creme para a pele: Pomada Minâncora, na farmácia do seo Júlio, Barão Geraldo de Resende, perto da casa da Cláudia Pacce. Saudade, Cláudia?

Perfume: L’Origan(bá), da Coty, nas Lojas Americanas, com a Rute ou a Maria “28”.

Sabão em pó: Rinso ou Viva, no armazém do Sesi, alto da Barão de Itapura, perto da casa da dona Ilda de Barros e da porteira da Mogiana.

Produto de limpeza: Q Boa, no armazém do Sebastião Marino, General Osório com José Paulino.

Margarina: Saúde, na Padaria do Comércio, Barão de Jaguara.

Biscoito: Duchen, Piraquê ou Aymoré, na Seleta. Barão, de novo.

Iogurte: Vigor, de garrafinha e tampa de alumínio, no Bar Copacabana. Hoje, eu não saio da Barão.

Café: Mota, Bourbon e São Joaquim, no armazém do seo Antônio Ceconi, Mercadão.

Leite: O da Granja da Vila Brandina, entregue de porta em porta.

Analgésico: Cibalena, Fontol ou Cafiaspirina, nas farmácias e no caixa dos melhores botequins.

Pregado no poste: “Já tomou seu Toddy, hoje?”

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