Entrada franca

Os francanos que me perdoem, mas a comédia da vida é fundamental. Historinhas recentes, saídas do bom “Comércio da Franca” e ganharam as conversas do Brasil. Aconteceu até de ladrão entrar numa casa e roubar, incrível!, um par de tênis, duas camisetas e… uma cadela pitebul! Sempre falo que essa ‘raça’ é uma porcaria. Nenhum, até hoje, atacou bandido: sobra sempre para a avó do dono, os filhos do dono, o carteiro, a sogra, o entregador de pizza, a empregada. Trinta anos para o cão, perpétua para o dono…

Essa virou papo filosófico: “A ninfeta e o pedreiro. Um pedreiro de 36 anos, casado, vai com uma menina de 14 para uma construção e mantém relação sexual com ela. O que há de mais espantoso nisso? O mais espantoso é que a notícia não causou espanto algum. Até o caso da morte dos pombos da Praça Nossa Senhora da Conceição gerou mais polêmica. Não é o que se possa chamar de estupro, pois, ao que parece, a garota acompanhou por livre e espontânea vontade o homem com mais que o dobro de sua idade para fazer sexo casual e sem proteção em um lugar nada romântico. Essa folha não é moralista e não considera estupro o sexo entre adolescentes da mesma idade. Achamos que quando um adulto sem qualquer vínculo com uma garota de 14 anos mantém com ela sexo consentido, a questão não seja criminal, mas ética. A iniciação sexual precoce expõe as novas gerações à banalização das relações humanas”, blá, blá, balá…

Dois atos no cemitério:

Primeiro: um casal gay, na faixa dos 50, foi alertado por atentado ao pudor, pelo que fazia em cima de uma lápide. Chocou a cidade, a começar pela viúva do dono da lápide, que viu tudo. O padre Lulla da Silva, digo, Márcio Rigolin, um dos vigários da Catedral Nossa Senhora da Conceição, vizinha ao cemitério, jura não saber do caso até hoje. “Nem posso comentar”, diz tranqüilo.

Segundo: o caso do gótico que queria transformar um caixão em cama. Tirou o dito cujo da cova, livrou-se da ossada, levou a cama macabra para a calçada, ditou-se nela e dormiu.

Mais essa: dois investigadores prenderam um estelionatário; levaram o dito cujo para casa, aonde ele arrumou a mala. No caminho, pararam num bar e tomaram cerveja com ele. Daí… Bom, daí, ele fugiu.

Pregado no poste: “Até eu”

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