Ele merece!

“Seu Moacyr, desculpe-me por corrigi-lo. O senhor cometeu o mesmo equívoco de muitos. A frase cuja autoria é atribuída a Maiakovski, sábado passado, é, na verdade, de Eduardo Alves da Costa (em poema composto em 1964). Verifique no livro: ‘No caminho com Maiakovski’, do citado poeta, editora Nova Fronteira.

Abraços,

Maria Nívea”

Muito obrigado, mestra!

Agora, vamos aos fatos e a quem possa fazer acontecer:

Diz João Marcos Fantinatti; sugere Marco Antônio Quintas; avaliza o nobre Luís César de Sousa Pinto, algo como “primo-neto” do legendário fundador, e exigimos, o sr. Roberto Godoy e eu, que neste dia da graça de 10 de maio, quando nossa Associação Campineira de Imprensa celebra 80 anos, seu prédio receba o nome do jornalista Carlos Tôntoli, construtor da casa dos jornalistas da cidade.

“A Associação Campineira de Imprensa (ACI), que funciona em sede própria na Rua Barretos Leme, nasceu na Charutaria Havaneza, mais conhecida como “Charutaria do Lalá”, por causa do apelido do seu proprietário, Anacleto da Silva Guimarães. Esse pequeno estabelecimento comercial era freqüentado por jornalistas da época, que se reuniam para um bate-papo e discutir os assuntos do dia.

A entidade foi idealizada e fundada pelo professor Norberto de Souza Pinto que, de inicio, aliciou os redatores e repórteres dos dois jornais existentes na época, para a formação da primeira diretoria e do primeiro quadro de associados. A primeira reunião foi na sala de aulas particulares do professor Norberto, no edifício ‘Torre Eiffel’.

Após vários encontros, foi fundada a Associação Campineira de Imprensa, no dia 10 de Maio de 1927, tendo como eleito o professor Norberto para a presidência, ficando até 1935, e o jornalista Leopoldo do Amaral, como presidente de honra. Ainda tinha nesta primeira diretoria: vice-presidente, dr. João Marcílio; secretário-geral, prof. Celso Ferraz de Camargo; primeiro secretário, Alberto Sarmento Sobrinho; segundo secretário, Carlos Alberto de Oliveira; primeiro tesoureiro, Anacleto Guimarães; segundo tesoureiro, Mariano Montesanti; primeiro orador, dr. Abílio Álvaro Miller; segundo orador, prof. José Vilagelin Neto, e bibliotecário, Manoel Cabral.

Depois de muita luta, muitos problemas ao longo de sua existência, a ACI – primeira entidade de jornalistas do Estado de São Paulo — está consolidada como uma das mais prestigiosas associações jornalísticas do País, e tem farto material de informações políticas, sociais e culturais.”

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