É hoje!!!

Quando os ponteiros se encontrarem para as 12 badaladas, vai começar a celebração dos 135 anos do Colégio Culto à Ciência, na Fonte São Paulo. Falta completar a frota dos nossos mestres, carreata iniciada na terça que passou.

Seo Hilton Federice, bugrino fanático, não abria mão do verde do seu Fusca. Até a lousa da famosa sala 10 era verde, jura alguém. Mas o Guilherme Nucci, lá do Céu, insiste: “Fusca, mais branco que o da d. Celina, anti-séptico.”

A mensagem deixada pelo Nucci vai em frente: “Matilde Péttine tinha um Fusca. Todo dia, a gente esperava sua chegada ali perto daquela árvore enorme, em cuja sombra todos estacionavam. Ela chegava, entrava lentamente e ia para o mesmo lugar, sempre. No caminho, havia um galho da árvore, mais baixo, e, ao passar sob ele (que, claro, nem encostava no teto do carro), ela abaixava a cabeça rapidinho. E a gente morria de rir…

  1. Amarylis, d. Maria Bonjour, d. Eclair, d. Otávia Maia e d. Maria Augusta (bibliotecárias): bonde.

Nunca me esqueceria das rodas livre e presa: meu pai tinha uma peruinha DKW. Comprou-a em 1960 e ficou até morrer, em 71. Era azul-claro. Se não me engano, D. Quinita também teve uma, verde, não foi? Gozado era D. Auzenda nunca usar a terceira.

  1. Ancila, ora vinha de bonde ora o pai a levava num Plymouth azul-claro quatro portas.
  2. Águeda: fusca branco (fui de carona com ela no cortejo fúnebre da primeira esposa do sr. Basílio, com a d. Lúcia, professora de ginástica, no banco do carona, nervosíssima, porque d. Águeda, falando e falando, se esquecia de acelerar e empatava o cortejo. Verdade! Quando o carro à nossa frente já estava no Largo do Pará, a gente ainda cruzava a Moraes Salles e todo aquele rabo de cortejo atrás da gente. D. Lúcia, muito delicada, falava bem baixinho e suave: ‘Acho que podia dar uma adiantadinha, não, Águeda?’).
  3. Mirtes: o pai a levava num Jeep Willys.

Sr. Telêmaco: Ford verde.

  1. Lycia: não dirigia, o marido levava, acho, num DKW sedã azul-celeste.

Sr. Stucchi: perua DKW, acho, verde.

  1. Maria Helena Guimarães: fusca azul-claro.
  2. Stela: carro pequeno, importado, mas não me lembro marca nem cor.
  3. Mercedes e sr. Galvão: fusca branco que ela, só ela, dirigia.

Sr. Samuel Rubinsky: ‘peruona’ alta, parecida com Veraneio (já existia Veraneio naquela época? Se existia, era.).

Sr. Pedrinho: Skoda preto.

Não consigo me lembrar do carro do professor Lívio, mas não me esqueço da tempestade que derrubou um galho de árvore no carro dele, ao lado da casa do seo Alo.

Abraços automobilísticos.”

Pregado no poste: “A pé, de bonde ou de carro, não há distância que os separe!”

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