Direito de resposta

(Hei, turma do Greenpeace! Leva essa: alimento transgênico é cereal killer?)

Agora, sem trocadilho: ninguém corre mais atrás de um direito de resposta do que repórter. Faz 36 anos hoje que aquele instrumento de tortura chamado Emílio Médici abriu as comemorações dos 150 anos da Independência do Brasil (Eu disse “independência”!? Desculpem.). E faz 36 anos que em Campinas foi lançada a caravela réplica da “Anunciação”, de Cabral. O responsável pelo feito, o ex-prefeito Lauro Péricles Gonçalves, ainda não eleito, padrinho do meu casamento em Marília, escreve para falar o que viu, diferente do que nós, repórteres, vimos. Vamos lá?

“1. O nome da lagoa é D. Isaura T. Alves de Lima.

  1. No dia do lançamento, não havia nenhum engenheiro da CPFL.
  2. No local, estavam presentes o engenheiro naval, responsável pelos cálculos de peso, lastro e equilíbrio, os carpinteiros, eu, responsável pelas obras da lagoa em geral e um monte de curiosos.
  3. Foi lançada às 7 da manhã, uma hora depois da madrugada.
  4. Ocorreu um incidente desagradável que foi o rompimento dos trilhos de madeira da rampa de lançamento sobre o qual o barco foi construído. A caravela adernou à direita, nos causando preocupações.
  5. O nome “Anunciação”, que não foi escrito nem a bombordo nem a estibordo, é verdadeiro, conforme vimos no “Museu da Marinha! No Rio, onde obtivemos o modelo.
  6. Fui aos estaleiros do Guarujá para localizar o senhor Salvador de Almeida, ainda residente na Vila Costa e Silva, recomendado pelo tal engenheiro naval, que também morava naquela cidade litorânea. Foi ele que, com competência e extraordinária dedicação, construiu o pesado barco de caráter histórico.
  7. Eu era responsável pelas obras, orientado tecnicamente pelo engenheiro Gilberto Paschoal, o mesmo que, no meu governo, traçou também a Aquidaban, também com a supervisão do engenheiro Augusto Pimentel, ambos de Campinas.
  8. Um barco, seja de que material for e esteja em qualquer natureza de água, salgada ou doce, necessita de conservação, dada a imensa quantidade de águas destrutivas ou elementos corrosivos.”

Pregado no poste: “Se a Ponte for vice de novo, vira Penta-vice ou Ponte Penta?”

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