Chispa daqui!

Não, não tem nada a ver com o que a população dirá nas urnas aos vereadores que aprovarem um shopping naquela área doada ao Guarani. O sr. Luís Roberto Montagner escreve, para lembrar que no dia 11 de agosto, a Ponte Preta fará 100 anos e está “a caminho de Tóquio”. Será que a “Macaca” pensa em disputar o campeonato japonês? Então, ela vai chispar de Campinas? E depois? De quem o Guarani vai ganhar? Se for jogo ruim, os dois devem perder…

Junto com o centenário da Ponte Preta, o seo Luís Roberto se recorda de que a chispada está celebrando um quarto de século. Segundo lembrança dele, “as pessoas mostravam as nádegas dentro dos veículos e também passavam completamente peladas em cima das motos (principalmente as mulheres) – bons tempos!!”. O Nistinha, ex-aluno do Culto à Ciência, jura que a chispada começou lá por 73/74. Ele viu uma incrível, que eu já contei aqui, mas não diz quem foi a garota que reconheceu o “peladão” (que chispou com a cabeça escondida por um saco de papel) nem quem era o dito cujo. Só revela que o nome dele começa com a letra “B”.

Chispada gozada, já fora de moda, aconteceu numa casa, em frente do prédio em que eu morava, em São Paulo. Antes a razão daquela “escapada” fosse um adultério. Seria menos vergonhoso para o protagonista. Mas, não. Fim de uma tarde de sábado, eu chegava do jornal. Quando dobrei a esquina, um homem saltou a grade do jardim e, peladão, peladão, se agachou junto ao muro, pálido, tétrico – estava quase grudado na parede, com o bumbum virado pra rua. Rua pacata, acho que ninguém viu a cena. O zelador do meu prédio, mais assustado do que aquele homem nu, correu para socorrê-lo e o levou para dentro da casa outra vez. Fiquei louco de curiosidade. Para não constranger o cidadão, fingi não ter visto nada, entrei no prédio e fiquei esperando o zelador no saguão.

Ele voltou segurando a gargalhada: “Ele está sozinho em casa, foi tomar banho e uma barata enorme estava na porta do box. Ele tem medo de barata, fugiu que nem rato de gato. Nunca vi isso, coitado! Ela sumiu. Agora, ele está trancado no quarto, esperando a mulher chegar, pra matar a barata!”.

Pregado no poste: “A turma dos direitos humanos não vai protestar contra os assassinos da professora Marcela Arten?”

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