Buuummm!!!

Eu é que não ponho esse negócio na ‘orêia’ de jeito ‘manera’!

Quando o primeiro celular chegou, o alerta do mestre Victor Baranauskas veio junto. Como acredito em cientista da Unicamp, jamais em fazedor de telefone, “quem tem, tem medo”, já dizia aquele que foi fazer exame da próstata. Tudo, mas tudo o que o professor denunciou aconteceu lá fora e ainda acontece por aqui. O celular explode bomba de gasolina, dispara airbag, mata passarinho, adoece e queima gente aos montes aí em Campinas, derrubou avião… E os fazedores dizendo que não há perigo algum. Claro: se concordar com os cientistas, o fabricante perde; mas o povo ganha. Certo é que esse negócio não está bom, não.

Viu o que aconteceu em Sorocaba, com o Tiago Moralez Tomaze?

— O celular estava ligado, carregando há 15 minutos. De repente, deu um estouro! Pulou no meu colo. Joguei no chão e o chão queimou!

Dizem que em lojas que consertam celulares, o risco não é novidade. Os aparelhos em recarga ficam longe dos funcionários. E todos os celulares são desligados quando a loja fecha. A loja que vendeu o celular para você contou isso? Recomendou que você saia de perto quando recarrega?

Em São Paulo, o Roberto Izzo queimou a córnea, o braço esquerdo, as costas e a nuca. A bateria do celular explodiu, enquanto atendia a uma ligação em sua casa: “O telefone estava fechado; quando abri, estourou. Se chego a colocar no ouvido… O quarteirão inteiro ouviu. Queimou o sofá e até o forro. Eu estava pronto para viajar; se fosse dentro do carro, morreria todo mundo.”.

Também em São Paulo, o Jesus Favacho Andrade ficou ferido quando seu celular explodiu dentro da bermuda. Queimou a coxa: “Comprava peças para o meu carro. Antes, tentei retornar uma chamada, mas não consegui porque estava sem créditos. Assim que desligou, tocou o celular da atendente, que estava ao meu lado. Na mesma hora o meu telefone explodiu! Fui parar no hospital para fazer assepsia. Celular tem muito tóxico…”

Pregado no poste: “Será que celular é droga pra cheirar pelo ouvido?”

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