Amanhã, não!

Pois, é. Dizem os jornalistas Hilde Angel e Roberto Godoy, antenados no mundo mundano, que a nova sensação do verão é o tal de swing, troca de casais. Nova? Tão velha, que só no tempo de Adão e Eva não existia. Betão acha que em Campinas é raro, porque São Paulo está muito perto. Mas garante que há festinhas esporádicas, armadas por novos ricos. Ele diz que há um casal aí na cidade, chegado às trocas, líder de grupos que preferem a Capital: “Ele tem o dobro da idade dela. Sujeito invocado. Se num restaurante alguém olha para ela, vira bicho, digo, macho. Mas depois, troca a dita cuja com qualquer um. Vai entender…”

Já a Hilde jura que o lança-perfume não é a única novidade desta estação. Pelo menos no Rio e em São Paulo. Diga Hilde: “As pessoas estão trocando a night pelas casas de troca de casais. Só na Barra há quatro. Uma no Jardim Botânico e uma em Copacabana, na Rua Figueiredo Magalhães. E cheias! Em Angra nesse verão não se fala em outra coisa… São como qualquer boate normal, as pessoas entram, bebem e dançam na pista. Um mané mais distraído talvez nem note. O segredinho mora nas cabines, onde acontece o ora-veja… O ‘Ele e Ela’, durante a semana, serve o “trivial variado”. Aos sábados, dia de feijoada, é só swing.

Tanto no Rio como em São Paulo, às quartas, é só swing. É o dia preferido de certos grupos de ricos e solteiros. A regra é: só entra casal. Esta´bem. Só que me contaram que alguns vivaldinos (conservadores?) alugam garotas de programa em São Paulo, levam pra as casas do Rio e apresentam como esposas, namoradas, noivas, casos… O certo é que até isso falsificam.

Diz a Hilde que a moda já deu em separação: “Um carioca insistiu com a mulher para swingar , ela topou e… ele não queria saber de outra vida! Depois de deixá-lo, ela conta a todo o Rio o que viu nas paradas: um partidão conhecido atrás de um bigode postiço, ai que mico!, com a namorada loura, de peruca preta.”

Portanto, se você precisa ir para o Rio ou para São Paulo, não marque o compromisso (compromisso, heim?) para amanhã nem para nenhuma quarta-feira. O aviso vale para os dois, certo? Para os três, quatro, sei lá. Quem tem mais de cinqüenta deve se lembrar daquele machão campineiro (Está rindo de quê? Existe, sim!) que falou para a mulher que ia pescar no Rio Paraná e apareceu numa foto da revista ‘O Cruzeiro’ em pleno baile de travestis em outro Rio, o de Janeiro.

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